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Palpitações: quando se preocupar?

  • Mella Agency
  • Jul 3
  • 1 min read

Quase todo mundo já sentiu o coração "disparar" em algum momento, numa situação de estresse, após muito café, ou sem motivo aparente. Na maioria das vezes, é algo passageiro e benigno. Mas quando vale a pena investigar?


Palpitações são a percepção do próprio batimento cardíaco. Podem se manifestar como coração acelerado, sensação de "salto" no peito, batimento irregular ou até a impressão de que o coração parou por um instante e recomeçou com força.


As causas mais comuns e não preocupantes incluem ansiedade, cafeína em excesso, privação de sono, desidratação e anemia. Nesses casos, tratar a causa resolve o sintoma.

Mas existem situações que exigem avaliação cardiológica:


  1. Quando as palpitações são frequentes ou persistentes, não um episódio isolado, mas algo que se repete ao longo de dias ou semanas.

  2. Quando vêm acompanhadas de tontura, falta de ar, dor no peito ou sensação de desmaio. Esses são sinais de que o coração pode estar com dificuldade real de manter o ritmo.

  3. Quando aparecem em repouso, sem nenhum fator desencadeante óbvio.

  4. Quando há histórico familiar de arritmias, morte súbita ou doenças cardíacas.


A boa notícia é que a maioria das arritmias tem tratamento eficaz, mas o diagnóstico precisa ser feito com exames específicos, como o Holter 24 horas. Não ignore o coração quando ele pede atenção.

 
 
 

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